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Poucos dias antes do dia 25 de Julho, foi confirmado a presença da Nação da Música no show da banda Cash Cash! Duas pessoas da equipe foram ao show, e uma delas… eu!

Acompanho o trabalho da banda de happy rock há um tempo, e sempre quis saber como seria o show ao vivo de uma banda tão animada como Cash Cash.

No dia 25, acordei com uma ansiedade. Normal por ser meu primeiro show como resenhista e não como fotógrafa. Posso até dizer que quando vi aonde seria o lugar, desanimou um pouco. Era super longe, e nunca havia ido. Mas até então nada como um ônibus, um metrô incluindo baldeação e mais dois trens não resolvessem.

Cheguei ao local as 18h30 mais ou menos e a fotógrafa Nicole Fiuza já estava a minha espera.

Saindo da estação de trem, e andando pela rua, de longe vi uma fila dobrando a esquina. No primeiro momento fiquei até um pouco surpresa com a quantidade de pessoas, mas logo me toquei, que ainda não haviam aberto os portões da casa, e como sempre acontece, houve aquele pequeno atraso de lei. Assim que encontrei a Ni, fomos em busca dos nossos ingressos, e depois de falar duas vezes com a moça da bilheteria, e com mais três seguranças da casa, lá estavam, nós duas, com o nome na lista de imprensa. Recebemos a pulseira roxa, e a área da imprensa era nada mais, nada menos que ao lado do palco (ou atrás).

Dentro do local, super bonito, arrumado, pude ver que mais se parece um galpão e que o lugar era grande demais para os fãs da banda, que apesar de ficarem todos amontoados perto do palco, e dar a impressão de que tinha poucas pessoas, estavam super animados o tempo todo.

O palco estava montado no fundo, e tinha um grande espaço ao lado e atrás dele.

Ficamos de bobeira, conhecendo o lugar, e quando olho para o lado, vejo o (grande) Denny, da banda All Night Dynamite, que veio acompanhar a banda Cash Cash e conhecer o Brasil. Ele era um dos responsáveis do merchan oficial da banda. Por sinal, pagar R$150,00 em duas camisetas da banda e conhecê-los pessoalmente no camarim é um bom negócio?! Parece que sim, pois em nenhum momento o merch ficou vazio.

Entra no palco a banda College 11, no começo fiquei sem entender nada, pois a tal vocalista falava com o público em inglês, e depois veio a notícia de que todos da banda eram brasileiros. Apesar da presença de palco bacana e as músicas bem animadas, isso foi totalmente desnecessário. A banda encerrou o show com um cover do Paramore “Brick By Boring Brick”.

No show da banda ETNA, por ser uma banda mais conhecida, muitos cantaram as músicas, e a banda com uma ótima presença de palco, fez um ótimo show, deixando o público ainda mais animado para o show mais esperado da noite.

Entre as quatro últimas músicas da ETNA, resolvi procurar o empresário do Cash Cash, Jason Aron, junto com a Nicole. Sem saber como ele era, resolvi perguntar ao Denny, o merch Guy, onde o poderia encontrá-lo. Apesar do grande esforço para nos ajudar, ele só deu a informação que era alto,e tinha cabelos pretos e que poderia estar no backstage. Creio que ele não podia deixar o merch, mas enfim. Alto e de cabelos pretos não era lá uma ótima descrição, mas tudo bem, resolvemos ir até o palco, e procurá-lo. O segurança, depois de falar que a imprensa não estava liberada para entrar na área do palco, resolveu facilitar e nos liberou. Entrei primeiro, falei com uma das responsáveis pelo show, dizendo que tinha uma entrevista marcada com a banda, ela disse que ia resolver, e lá vai eu e a Nicole ficar esperando. De repente, surge Sam ao nosso lado, e diz um “Hi” super tímido. Eu retribui o “Hi” e perguntei aonde poderia encontrar o Jason, e ele me mostra um dedo apontando para trás de mim. Sabe, quando o Denny disse alto, eu não imaginei que seria tão alto, mas enfim. Lá estava ele, o alto de cabelos pretos ao meu lado. Chamei ele de canto, e nesse momento surge também o JP, entrando na conversa, e falei “Jason, você falou com o Rafael, do site Nação da Música, temos uma entrevista (olhei para o JP) com vocês!” Os dois instantaneamente abriram um sorriso, creio que o JP falou algo do tipo “que legal” e o Jason se lembrou do site, e disse que a entrevista seria depois do show, por que ate aquele momento só faltavam 2 músicas mais ou menos para a banda ETNA encerrar o show. Agradeci, e fiquei no canto com a Ni contando os minutos. E neste momento, lá estavam, ao nosso lado, Sam, JP, Alex e o Anthony, eles ficavam indo e voltando do camarim o tempo todo. O show da ETNA acabou e os meninos saíram do palco. O baterista, Anthony, ficou um tempo na bateria, checando se estava tudo bem, e os meninos já demonstraram nervosismo ali mesmo. Deu a leve impressão de que tinha algo errado, pois o JP e o Alex ficavam falando o tempo todo para o empresário resolver tudo rápido, que eles não queriam ser chatos com os fãs (algo assim, não quis me intrometer na conversa sabe).

Depois de um tempo esperando, tirando umas fotos aqui, outras ali, e super ansiosas, nós mal podíamos esperar para o inicio do show, e foi aí que ouvimos o “grito de guerra” da banda, e com as duas bandeiras do Brasil em mãos, eles passaram pela gente, e foram em direção ao palco.

A música de abertura foi Radio, seguida de Electric Hearts, o famoso cover Forever Young, Dynamite, Sexin’ On The Dance Floor (uma das músicas novas), Cash Cash, Everytime We Touch, Sugar Rush, Red Cup (a outramúsica nova) e então houve uma pausa de alguns minutos, e lá vem eles voltando cantando Breakout, Concerta e o single Party In Your Bedroom.

Em todo momento eles faziam comentários de como a viagem para o Brasil já tinha se tornado especial, que se eles pudessem, ficariam aqui para sempre e como era incrível ver todos cantando as músicas. E as frases em português: “Mãos pra cima” e “Vamos pular” foram ditas várias vezes durante o show.

A fotógrafa Nicole Fiuza conseguiu tirar as fotos do palco, e você pode ver elas clicando AQUI !

Vendo o show ao lado do palco, pude observar com detalhes as dançinhas esquisitas do Alex, dando até a impressão que é tudo coreografia. JP sempre indo para frente do palco, e praticamente se jogando na galera da pista VIP, que por sinal, estavam super animados, e os seguranças tinham que pedir a todo o momento para não subirem na grade, que estava prestes a cair.

A frase “Esse é um dos melhores shows de nossas vidas” só confirmou o que todas as bandas pensam sobre os shows no Brasil.

O show acabou, encontrei a Ni, e pouco tempo depois fomos à porta do camarim, (onde já havia outros fãs esperando) para encontrar o Jason. Após 10 minutos, ou até mesmo, chamei o Jason, e ele disse que a entrevista não poderia ser feita, e se quiséssemos, poderíamos entrar no camarim para tirar foto com eles, e claro, aceitamos.

Jason da porta avisou: “Pessoal,foto!” e lá estávamos nos duas entrando no camarim.

Eles estavam sentados, conversando, creio que sobre o show. Eles nos cumprimentaram, e a Ni foi a primeira a tirar fotos, eu que bati, super torta por sinal, desculpa Ni!

Então foi a minha vez, comentei para eles tomarem cuidado com meus braços, pois tinha feito duas tatuagens, e estavam doloridos, e com pomada, os quatro lançaram um “wow” e olharam, morri de vergonha, e então veio a foto!

Agradeci eles, dei tchau, e claro, agradeci o Jason, e sai do camarim.

Estava tão animada, que esqueci que teria que fazer uma viagem de volta pra casa, mas até então, tudo tinha valido a pena, e com certeza, foi um dos melhores shows que eu já fui.

Obrigada Cash Cash e Jason (vocês ainda estão me devendo uma entrevista), Obrigada também, Denny, Nicole, Rafa e Nação da Música pela oportunidade.

Espero que seja o primeiro show de muitos que vamos cobrir!

Texto: Natalia Bittencourt

1 Comentario

  1. Nicole disse:

    Aaaaah tinha que ser a minha baixinha! Parabéns pela resenha, Naty! Arrasou!
    Pode contar que rolou festinha no backstage, vai! hahaha just kidding

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